Alguém que tome uma garrafa de vinho sozinho em vinte minutos não é um apreciador e sim alguém que tem boa chance de ter algum problema consigo, com os outros e vai usar a bebida no intuito de se anestesiar de si ou do meio a sua volta. Mesmo em grupo é preciso saber qual é o seu limite. Honestamente sóbrio, pois depois que a sobriedade se perde ninguém admite que bebeu demais.
A gente pode sentir no nosso corpo quando está ficando intoxicado pelo álcool e providenciar medidas paliativas como: se hidratar tomando bastante água. Um refri ou um chocolate repõem o açúcar que o álcool retirar no processo de absorção.
Tem gente que fica com partes do corpo amortecidas: braço, mão, lábio. É um bom sinal que se deve parar e começar a pensar em reverter o processo de embriaguez que já se instalou. Embriaguez nada mais é que a intoxicação via ingestão de álcool em doses maiores que o organismo consegue processar. A intoxicação provoca uma sobrecarga em alguns órgãos responsáveis por desintoxicar o seu corpo, como fígado e rins.
Excessos a longo prazo podem ter um custo irreversível lá adiante com a perda de órgãos vitais e até o óbito. Ninguém que bebe muito hoje está pensando em entrar na fila de transplante ou fazer hemodialise.
É melhor olhar para a verdadeira causa e buscar soluções sadias para seus problemas do que criar um ou outro problema maior.
Para mim o vinho ou a cerveja não são bebidas mas alimento. Quando ingeridos com acompanhamento de comida e de forma moderada harmonizam com ela. Quando ingeridos com outras finalidades são como qualquer outro entorpecente.
Para mim o vinho ou a cerveja não são bebidas mas alimento. Quando ingeridos com acompanhamento de comida e de forma moderada harmonizam com ela. Quando ingeridos com outras finalidades são como qualquer outro entorpecente.

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