Quando o escritor tem uma obsessão e não a larga há que se questionar o porque: É um bom osso que rende-lhe a sobrevivência. É pura implicância de ressentido ou há algo de relevante a ser discutido.
Que a autor seja ateu, vá lá, mas militar a favor escarnecendo das demais religiões não me parece justo. Alias nenhuma militância religiosa é justa. Cada um deve cuidar do seu próprio rabo e esquecer o dos outros. Se nós preocupamos em demasia com os outros é por que não cuidamos da nosso como devemos. Sempre haverá alguém para pisar nele.
Digo isso não por dois livros lidos de Saramago. Basta ler um por um. Difícil será encontrar um que não traga um chiste, uma piada, um arremedo ou uma teoria que tenta consertar o que parece-lhe errado do seu ponto de vista não teísta.

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