Vir ao Brasil, é um teste porque apesar de no Brasil a comunidade católica romana estar cada vez mais perdendo terreno para os evangélicos, nós ainda somos um povo alegre que recebe de braços abertos quem nos visita. O Papa e seu staff sabem disso e tem aproveitado muito da nossa alegria e hospitalidade e nossa capacidade de improvisar com o dinheiro público.
A escolha do Rio como ponto de concentração é estratégica. O Rio de Janeiro, além de ter paisagem encantadora, é hoje um reduto dominado por outras religiões e esse choque de carisma tem a intensão de mostrar aos concorrentes uma força que pode não ser real.
O Papa sozinho pode não ser suficiente para trazer fieis de volta à Igreja Católica. Mas tentar é válido sempre.
Quem fala pela boca do Papa? Quem escreve seus pronunciamentos? São brasileiros, sim, são. Os braços direito e esquerdo do Papa Francisco estão apoiados em brasileiros e daí tantas gírias tão brasileiras na sua boca.
Alguém perguntou. Por que o papa não foi primeiro à Argentina? A resposta mais provável deve ser: Porque a Argentina está quebrada e o Papa bem sabe disso melhor que ninguém.
Todos se beneficiam com uma figura que nos inspira espiritualmente. Poucas religiões tem figuras humanas que as representam atualmente. Os profetas já se foram e é cada vez mais difícil encontrar substitutos a altura.
Em tempo: O Papa disse ao chegar que não podia dar entrevistas. Corretíssimo, mas alguém deu um jeitinho de convence-lo a mudar de ideia. E eis o Papa dando entrevista.
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