"Não nasci para ser forçado a nada. Respirarei a meu próprio modo. Vejamos quem é o mais forte. Que força tem uma multidão?”
Agrada-me imaginar um Estado que, afinal, possa permitir-se ser justo com todos os homens e tratar o indivíduo com respeito, como seu semelhante; que consiga até mesmo não achar incompatível com sua própria paz o fato de uns poucos viverem à parte dele, sem intrometer-se com ele, sem serem abarcados por ele, e que cumpram todos os seus deveres como homens e cidadãos.”
Trechos de “A Desobediência Civil“, de Henry David Thoreau
Thoreau escreveu esse ensaio porque foi preso por não pagar impostos. Ele defendia que quem vivesse aparte da sociedade sem prescindir do Estado deveria ser poupado de prestar contas a ele.
"A força da multidão" foi sempre a oposta das mudanças. Foi com multidões que Gandhi conseguiu atrair a atenção do mundo e fazer os ingleses se curvarem às reinvindicações do país que não lhes pertencia.
A força da multidão é mais temerária que muitas bombas e cassetetes.
Li esse livro em maio e não penso em comentá-lo por enquanto.
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